Acabo de assistir Black Swan, mas não vou fazer comentários sobre o filme, pois não tenho o talento para tal. Só ficou uma pergunta (quer dizer, ficaram várias, mas...): qual o limite para as pessoas? Onde fica aquela linha tênue em que você deixa de ser você mesmo para ser o que você acha que as pessoas esperam de você? E porque você teria que atender as expectativas de qualquer outra pessoa que não você mesmo? Porque ser igual a todos? – vejam só quantas “uma pergunta” ficaram...
A personagem principal do filme citado acima é absurdamente controlada pela mãe, perfeccionista no último, e extremamente tímida. Mas é quem ela é. Claro que se uma pessoa tem algum problema de saúde, isso se manifesta de qualquer forma, mas a vida dela, e de tantos outros, se torna um cabo de guerra de pessoas querendo que sejam alguém que não são. Cada um tem um ideal e quer vê-lo realizado a qualquer custo, como se não fosse um ser humano ali à frente, mas uma escultura de argila que se pode moldar como quiser.
E, olhem a volta: quantos cabos de guerra do gênero nós vemos todos os dias? A nossa sociedade do espetáculo, “amiga” de tanto tempo, sempre nos puxa para direções opostas, sem considerar a individualidade individual de cada um (sorry, piada interna), sempre incentivando a massificação, as muitas Ninas desse mundo, transformando a todos sobre quem mantém influência, em pessoas que fazem as coisas para agradar aos outros, em maior ou menor nível. E claro, no fundo, ninguém fica feliz com isso.
Então, porque em uma situação, as pessoas são pressionadas a agir em uníssono? Porque (repito) todas tem que beber até perder a noção do que estão fazendo? Não há necessidade disso...se são amigos, entendem que cada um tem a sua personalidade, e age de acordo com ela. Tudo bem que se ninguém agisse pra agradar alguém alguma vez na vida, provavelmente não existiriam amizades que durassem mais que umas poucas horas (até a primeira discordância), mas, a partir do momento que agir assim se torna uma constante, está na hora de pensar no velho “dize-me com quem andas e te direi quem és”.
Tem sempre uma hora do dia em que somos obrigados a conviver conosco, e nessa hora, é sempre bom considerar se somos (e se nos tornamos) exatamente aquilo que pretendíamos ser. Não materialmente, mas pessoalmente. Né?
A personagem principal do filme citado acima é absurdamente controlada pela mãe, perfeccionista no último, e extremamente tímida. Mas é quem ela é. Claro que se uma pessoa tem algum problema de saúde, isso se manifesta de qualquer forma, mas a vida dela, e de tantos outros, se torna um cabo de guerra de pessoas querendo que sejam alguém que não são. Cada um tem um ideal e quer vê-lo realizado a qualquer custo, como se não fosse um ser humano ali à frente, mas uma escultura de argila que se pode moldar como quiser.
E, olhem a volta: quantos cabos de guerra do gênero nós vemos todos os dias? A nossa sociedade do espetáculo, “amiga” de tanto tempo, sempre nos puxa para direções opostas, sem considerar a individualidade individual de cada um (sorry, piada interna), sempre incentivando a massificação, as muitas Ninas desse mundo, transformando a todos sobre quem mantém influência, em pessoas que fazem as coisas para agradar aos outros, em maior ou menor nível. E claro, no fundo, ninguém fica feliz com isso.
Então, porque em uma situação, as pessoas são pressionadas a agir em uníssono? Porque (repito) todas tem que beber até perder a noção do que estão fazendo? Não há necessidade disso...se são amigos, entendem que cada um tem a sua personalidade, e age de acordo com ela. Tudo bem que se ninguém agisse pra agradar alguém alguma vez na vida, provavelmente não existiriam amizades que durassem mais que umas poucas horas (até a primeira discordância), mas, a partir do momento que agir assim se torna uma constante, está na hora de pensar no velho “dize-me com quem andas e te direi quem és”.
Tem sempre uma hora do dia em que somos obrigados a conviver conosco, e nessa hora, é sempre bom considerar se somos (e se nos tornamos) exatamente aquilo que pretendíamos ser. Não materialmente, mas pessoalmente. Né?
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