Secret
Maroon 5
Composição: Adam Levine e Jesse Carmichael
Watch the sunrise
Say your goodbyes
Off we go
Some conversation
No contemplation
Hit the road
Car overheats
Jump out of my seat
On the side of the highway baby
Our road is long
Your hold is strong
Please don't ever let go
Oh No
I know I don't know you
But I want you so bad
Everyone has a secret locked
But can they keep it
Oh No they can't
I'm Driving fast now
Don't think I know how to go slow
Where you at now
I feel around
There you are
Cool these engines
Calm these jets
I ask you how hot can it get
And as you wipe of beads of sweat
Slowly you say "I'm not there yet!"
In Omnia Paratus
Vira e mexe me dá vontade de escrever, de ter um blog, uma vida virtual...algo que um dia eu possa ler e me lembrar, com ricos detalhes e frescuras de épocas e momentos em que eu fui feliz, ou estive triste, mas me lembrar com carinho e pensar “puxa, jura que eu quem escrevi isso? Não me reconheço”
Pois bem, finalmente passei essa vontade pra frente e criei este blog, com um nome memorável dos tempos da faculdade que eu tanto quero esquecer e uma vontade enorme de falar de tudo o que se passa neste ser esquisito – por dentro.
Pois bem, finalmente passei essa vontade pra frente e criei este blog, com um nome memorável dos tempos da faculdade que eu tanto quero esquecer e uma vontade enorme de falar de tudo o que se passa neste ser esquisito – por dentro.
27 de fev. de 2011
Carpe Diem
Acabo de assistir Black Swan, mas não vou fazer comentários sobre o filme, pois não tenho o talento para tal. Só ficou uma pergunta (quer dizer, ficaram várias, mas...): qual o limite para as pessoas? Onde fica aquela linha tênue em que você deixa de ser você mesmo para ser o que você acha que as pessoas esperam de você? E porque você teria que atender as expectativas de qualquer outra pessoa que não você mesmo? Porque ser igual a todos? – vejam só quantas “uma pergunta” ficaram...
A personagem principal do filme citado acima é absurdamente controlada pela mãe, perfeccionista no último, e extremamente tímida. Mas é quem ela é. Claro que se uma pessoa tem algum problema de saúde, isso se manifesta de qualquer forma, mas a vida dela, e de tantos outros, se torna um cabo de guerra de pessoas querendo que sejam alguém que não são. Cada um tem um ideal e quer vê-lo realizado a qualquer custo, como se não fosse um ser humano ali à frente, mas uma escultura de argila que se pode moldar como quiser.
E, olhem a volta: quantos cabos de guerra do gênero nós vemos todos os dias? A nossa sociedade do espetáculo, “amiga” de tanto tempo, sempre nos puxa para direções opostas, sem considerar a individualidade individual de cada um (sorry, piada interna), sempre incentivando a massificação, as muitas Ninas desse mundo, transformando a todos sobre quem mantém influência, em pessoas que fazem as coisas para agradar aos outros, em maior ou menor nível. E claro, no fundo, ninguém fica feliz com isso.
Então, porque em uma situação, as pessoas são pressionadas a agir em uníssono? Porque (repito) todas tem que beber até perder a noção do que estão fazendo? Não há necessidade disso...se são amigos, entendem que cada um tem a sua personalidade, e age de acordo com ela. Tudo bem que se ninguém agisse pra agradar alguém alguma vez na vida, provavelmente não existiriam amizades que durassem mais que umas poucas horas (até a primeira discordância), mas, a partir do momento que agir assim se torna uma constante, está na hora de pensar no velho “dize-me com quem andas e te direi quem és”.
Tem sempre uma hora do dia em que somos obrigados a conviver conosco, e nessa hora, é sempre bom considerar se somos (e se nos tornamos) exatamente aquilo que pretendíamos ser. Não materialmente, mas pessoalmente. Né?
A personagem principal do filme citado acima é absurdamente controlada pela mãe, perfeccionista no último, e extremamente tímida. Mas é quem ela é. Claro que se uma pessoa tem algum problema de saúde, isso se manifesta de qualquer forma, mas a vida dela, e de tantos outros, se torna um cabo de guerra de pessoas querendo que sejam alguém que não são. Cada um tem um ideal e quer vê-lo realizado a qualquer custo, como se não fosse um ser humano ali à frente, mas uma escultura de argila que se pode moldar como quiser.
E, olhem a volta: quantos cabos de guerra do gênero nós vemos todos os dias? A nossa sociedade do espetáculo, “amiga” de tanto tempo, sempre nos puxa para direções opostas, sem considerar a individualidade individual de cada um (sorry, piada interna), sempre incentivando a massificação, as muitas Ninas desse mundo, transformando a todos sobre quem mantém influência, em pessoas que fazem as coisas para agradar aos outros, em maior ou menor nível. E claro, no fundo, ninguém fica feliz com isso.
Então, porque em uma situação, as pessoas são pressionadas a agir em uníssono? Porque (repito) todas tem que beber até perder a noção do que estão fazendo? Não há necessidade disso...se são amigos, entendem que cada um tem a sua personalidade, e age de acordo com ela. Tudo bem que se ninguém agisse pra agradar alguém alguma vez na vida, provavelmente não existiriam amizades que durassem mais que umas poucas horas (até a primeira discordância), mas, a partir do momento que agir assim se torna uma constante, está na hora de pensar no velho “dize-me com quem andas e te direi quem és”.
Tem sempre uma hora do dia em que somos obrigados a conviver conosco, e nessa hora, é sempre bom considerar se somos (e se nos tornamos) exatamente aquilo que pretendíamos ser. Não materialmente, mas pessoalmente. Né?
20 de fev. de 2011
Ou Sim, Ou Não
Dentre as muitas coisas que aprendi na faculdade, e excluída das muitas coisas que quero esquecer de lá, aprendi que a vida fica um pouco melhor, ou pelo menos mais engraçada, se levada pela filosofia do “Ou Não”. Se bem me lembro, começou com uma brincadeira sobre Caetano (o músico, sim), em que minha BFF e eu falamos as coisas, boas – Ou Não – e acrescentávamos o Ou Não, pra equilibrar. Acho que também pode ser classificada como uma coisa assim, meio “Seu Madruga”,né?
E realmente, se pararmos pra pensar, o Ou Não realmente equilibra as coisas da vida, um pouco. Porque nem tudo são trevas, e nem tudo é luz. Se nós queremos muito, muito uma coisa, e pensamos nela o tempo inteiro, podemos “agourar” o acontecimento (para quem acredita, o que é o meu caso) no poder da palavra e da mente das pessoas – pelo menos nesse sentido. Nada de O Segredo para cima de mim, senhoras e senhores. Mas acredito, sim, no famoso olho-gordo, e acredito que se falarmos dos nossos desejos para pessoas que podem estar mal-intencionadas, as chances são que a coisa vai feder. Fato.
Enfim, pense em como o mundo poderia ser mais positivo, ou menos trágico, se acrescentássemos e vivêssemos a filosofia do Ou Não. Só para deixar aquela pessoa que tem por objetivo no universo te ver pra baixo com cara de pastel, ou pra deixar o dia mais engraçadinho:
- Você pode ficar solteira para o resto da vida!
Ou Não.
- O mundo pode acabar amanhã.
Ou Não.
- A vida é muito curta.
Ou Não.
- Aquele cara é feio e chato demais.
Ou Não.
- Você vai se dar muito mal na vida, nunca vai fazer nada direito (frase de um filme sobre Vince Papale – muito legal, por sinal).
Ou Não.
- Tudo vai dar certo no final.
Ou Não. (essa fica pior!!).
Viajei muito??
Ou Não.
E realmente, se pararmos pra pensar, o Ou Não realmente equilibra as coisas da vida, um pouco. Porque nem tudo são trevas, e nem tudo é luz. Se nós queremos muito, muito uma coisa, e pensamos nela o tempo inteiro, podemos “agourar” o acontecimento (para quem acredita, o que é o meu caso) no poder da palavra e da mente das pessoas – pelo menos nesse sentido. Nada de O Segredo para cima de mim, senhoras e senhores. Mas acredito, sim, no famoso olho-gordo, e acredito que se falarmos dos nossos desejos para pessoas que podem estar mal-intencionadas, as chances são que a coisa vai feder. Fato.
Enfim, pense em como o mundo poderia ser mais positivo, ou menos trágico, se acrescentássemos e vivêssemos a filosofia do Ou Não. Só para deixar aquela pessoa que tem por objetivo no universo te ver pra baixo com cara de pastel, ou pra deixar o dia mais engraçadinho:
- Você pode ficar solteira para o resto da vida!
Ou Não.
- O mundo pode acabar amanhã.
Ou Não.
- A vida é muito curta.
Ou Não.
- Aquele cara é feio e chato demais.
Ou Não.
- Você vai se dar muito mal na vida, nunca vai fazer nada direito (frase de um filme sobre Vince Papale – muito legal, por sinal).
Ou Não.
- Tudo vai dar certo no final.
Ou Não. (essa fica pior!!).
Viajei muito??
Ou Não.
Letra de música
Porque será que algumas letras de música simplesmente grudam na nossa cabeça? Diz aí, meu público (que desconfio ser composto apenas de uma pessoa...rs)...vocês também acordam todo dia com uma música diferente na cabeça, sem entender como ela surgiu e sem ter o que fazer para que ela vá embora?
E quando você só se lembra de um pedaço da letra e tenta loucamente cantá-lo para os outros, na esperança de que se eles te ajudarem a lembrar da letra, você irá parar de repeti-la vezes sem conta na sua mente? Isso, fora aqueles trechos que te trazem altas lembranças, de tempos melhores ou piores, mas que trazem a mesma nota de saudade? Ou as músicas que você ouvia quando leu um livro que te marcou? E quando você a ouve tocar, lembra do livro, das palavras dos personagens? Muita loucura, muita viagem? Ou então aquelas músicas estilo “piolho de mente”, que você canta perto dos seus amigos e em cinco minutos todos estão assoviando ou cantando baixinho a mesma música? Geralmente é alguma coisa bem tosca, de um gênero não muito querido pela galera, antiguinho, com uma letra nada a ver, e que todo mundo solta: “ah, meu, você tinha que lembrar disso??”
Enfim, música é algo quase mágico, que nós muitas vezes não entendemos o quanto nos afeta, ou o quanto fará parte da nossa história muito em breve, mas que sempre será lembrada de uma forma que te fará desejar que o tempo pare para que você possa curtir mais uns minutinhos....
Seguem alguns trechos que estão sempre por perto:
“O que você me pede eu não posso fazerAssim você me perde e eu perco vocêComo um barco perde o rumoComo uma árvore no outono perde a cor”
“Quando eu chego em casa nada me consolaVocê está sempre aflitaLágrimas nos olhos, de cortar cebolaVocê é tão bonita”
“Porque o seu amor já virou meu vícioEu posso até me dar malPor não ser seu amor, ou não ter compromissoIsto é particular.”
“I'll open up my heartI'll be loving you forever and everI'll be part of youIn the way I doCome into my life so I can sing”
“Have you ever stood outside a picket fenceYou can see through but you can't get to the insideYou sit there and waitI look at you and anticipateWhat we could be and what we could do”
Vamos cantar mais,né?? Vai que resolve....
E quando você só se lembra de um pedaço da letra e tenta loucamente cantá-lo para os outros, na esperança de que se eles te ajudarem a lembrar da letra, você irá parar de repeti-la vezes sem conta na sua mente? Isso, fora aqueles trechos que te trazem altas lembranças, de tempos melhores ou piores, mas que trazem a mesma nota de saudade? Ou as músicas que você ouvia quando leu um livro que te marcou? E quando você a ouve tocar, lembra do livro, das palavras dos personagens? Muita loucura, muita viagem? Ou então aquelas músicas estilo “piolho de mente”, que você canta perto dos seus amigos e em cinco minutos todos estão assoviando ou cantando baixinho a mesma música? Geralmente é alguma coisa bem tosca, de um gênero não muito querido pela galera, antiguinho, com uma letra nada a ver, e que todo mundo solta: “ah, meu, você tinha que lembrar disso??”
Enfim, música é algo quase mágico, que nós muitas vezes não entendemos o quanto nos afeta, ou o quanto fará parte da nossa história muito em breve, mas que sempre será lembrada de uma forma que te fará desejar que o tempo pare para que você possa curtir mais uns minutinhos....
Seguem alguns trechos que estão sempre por perto:
“O que você me pede eu não posso fazerAssim você me perde e eu perco vocêComo um barco perde o rumoComo uma árvore no outono perde a cor”
“Quando eu chego em casa nada me consolaVocê está sempre aflitaLágrimas nos olhos, de cortar cebolaVocê é tão bonita”
“Porque o seu amor já virou meu vícioEu posso até me dar malPor não ser seu amor, ou não ter compromissoIsto é particular.”
“I'll open up my heartI'll be loving you forever and everI'll be part of youIn the way I doCome into my life so I can sing”
“Have you ever stood outside a picket fenceYou can see through but you can't get to the insideYou sit there and waitI look at you and anticipateWhat we could be and what we could do”
Vamos cantar mais,né?? Vai que resolve....
Penso, logo desisto...ou coisa assim....
A essa altura dos acontecimentos, pensar é superestimado ou subestimado? Não sou ninguém para falar de relacionamentos, principalmente o dos outros, e não é isso que eu vou fazer aqui, que fique bem claro desde já. Só queria entender a cabeça das pessoas que vai pra balada para a) encontrar o amor da vida ou b) pegar todos (as) os que lhe aparecerem pela frente.
Penso eu que uma pessoa vai pra balada pra curtir com os amigos, “desestressar”, dançar até ficar com bolhas nos pés e dar aquela paqueradinha, claro, porque ninguém é de ferro, e olhar não tira pedaço (clichês, sejam bem vindos). Mas não é só porque se está nesse ambiente que se justifica o fato de enfiar o pé na jaca e sair beijando até a maçaneta da porta do banheiro, se esta estiver em uma altura compatível.
Não entendo porque tantas pessoas ficam tão bêbadas a ponto de falar aos berros, sair pegando os outros pelo braço, começar a agir feito criança mimada e implicar com quem não está no mesmo grau de (in)consciência. Não entendo a necessidade de ir para a balada com os amigos e abandoná-los cinco segundos depois de passarem pela porta da casa pois algo melhor apareceu e acenou. Já que é assim...cada um vai sozinho e se encontram no meio do povo. Ou não.
Não entendo porque ficar feliz com cantadas do gênero “te conheço de algum lugar?” ou “vou ligar para o céu e avisar Deus que um anjo caiu”, deixar o sujeito fedendo a álcool enfiar a língua na sua garganta para ter a certeza de que a) em cinco minutos, cada um vai para um canto contar vantagem para os amigos ou b) amanhã nenhum dos dois vai lembrar o nome do outro? O que aconteceu com a simples saída com os amigos, para rir, ver e ser visto e SE rolar, rolou? Para que ficar forçando, como se a saída só fosse boa se alguém beijar cinco ou mais caras, para ficar contando que teve que segurar as mãos do indivíduo, que te achou com cara de corrimão?
O que aconteceu com as pessoas que saíam juntas para dar risada, desabafar, olhar a paisagem, comentar sobre a semana? O que aconteceu com os caras que chegavam pra conversar, para trocar idéia, para passar a noite inteira conversando e só quando você chega na fila do caixa para pagar a comanda, rolar um beijo e ele pedir o seu telefone E ligar para marcarem outra saída? Porque hoje o único objetivo são números...quem paga mais e quem pega menos? Ou quantos drinks você tomou em comparação ao seu amigo que está vomitando na calçada?
E porque, em nome dos céus, só porque você não age como se a pilastra do bar fosse o pole (do pole dancing) você fica com fama de chata, sem graça e coisas do gênero? Só porque você quer algo mais da sua noite do que se sentir um lixo, usada e bêbada, e ainda sim ir embora sozinha? Onde foi que os valores se inverteram, que eu perdi o bonde? E porque, porque, porque, você é obrigada a ser a primeira e entrar e a última a sair, como se isso fosse validar a sua noite?
Alguém pode me dizer o que acontece com o universo?
Penso eu que uma pessoa vai pra balada pra curtir com os amigos, “desestressar”, dançar até ficar com bolhas nos pés e dar aquela paqueradinha, claro, porque ninguém é de ferro, e olhar não tira pedaço (clichês, sejam bem vindos). Mas não é só porque se está nesse ambiente que se justifica o fato de enfiar o pé na jaca e sair beijando até a maçaneta da porta do banheiro, se esta estiver em uma altura compatível.
Não entendo porque tantas pessoas ficam tão bêbadas a ponto de falar aos berros, sair pegando os outros pelo braço, começar a agir feito criança mimada e implicar com quem não está no mesmo grau de (in)consciência. Não entendo a necessidade de ir para a balada com os amigos e abandoná-los cinco segundos depois de passarem pela porta da casa pois algo melhor apareceu e acenou. Já que é assim...cada um vai sozinho e se encontram no meio do povo. Ou não.
Não entendo porque ficar feliz com cantadas do gênero “te conheço de algum lugar?” ou “vou ligar para o céu e avisar Deus que um anjo caiu”, deixar o sujeito fedendo a álcool enfiar a língua na sua garganta para ter a certeza de que a) em cinco minutos, cada um vai para um canto contar vantagem para os amigos ou b) amanhã nenhum dos dois vai lembrar o nome do outro? O que aconteceu com a simples saída com os amigos, para rir, ver e ser visto e SE rolar, rolou? Para que ficar forçando, como se a saída só fosse boa se alguém beijar cinco ou mais caras, para ficar contando que teve que segurar as mãos do indivíduo, que te achou com cara de corrimão?
O que aconteceu com as pessoas que saíam juntas para dar risada, desabafar, olhar a paisagem, comentar sobre a semana? O que aconteceu com os caras que chegavam pra conversar, para trocar idéia, para passar a noite inteira conversando e só quando você chega na fila do caixa para pagar a comanda, rolar um beijo e ele pedir o seu telefone E ligar para marcarem outra saída? Porque hoje o único objetivo são números...quem paga mais e quem pega menos? Ou quantos drinks você tomou em comparação ao seu amigo que está vomitando na calçada?
E porque, em nome dos céus, só porque você não age como se a pilastra do bar fosse o pole (do pole dancing) você fica com fama de chata, sem graça e coisas do gênero? Só porque você quer algo mais da sua noite do que se sentir um lixo, usada e bêbada, e ainda sim ir embora sozinha? Onde foi que os valores se inverteram, que eu perdi o bonde? E porque, porque, porque, você é obrigada a ser a primeira e entrar e a última a sair, como se isso fosse validar a sua noite?
Alguém pode me dizer o que acontece com o universo?
26 de dez. de 2010
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